Como ser uma boa mãe e melhorar o relacionamento com seus filhos

Se você vem acompanhando o meu trabalho aqui no blog, já deve saber um pouco sobre a minha história.

E já deve saber também que nesses últimos tempos eu consegui realizar um sonho antigo, o de conquistar minha liberdade financeira ao me tornar uma afiliada de produtos digitais.

Mas não é só isso! Uma das minhas maiores conquistas foi conseguir fazer isso sem precisar abrir mão de outras coisas, como da educação do meu filho, Thomás.

E foi por isso que aqui no blog, mais do que falar apenas sobre como ganhar dinheiro online e sobre como você pode conquistar a sua liberdade financeira, eu também decidi falar sobre outros assuntos.

Isso porque eu vejo muitas mães ganhando dinheiro e se realizando profissionalmente e, infelizmente, deixando as outras áreas da vida de lado.

Nossa vida, nem sempre é fácil mesmo! Precisamos cumprir diversos pápeis ao mesmo tempo, como o papel de mãe, esposa, empreendedora etc. Como você já está cansada de saber!

E encontrar o equilíbrio entre todos esses pápeis e todas as áreas das nossas vidas é um desafio diário! Mas, sem dúvidas, é algo que nos traz muita felicidade e plenitude.

Por tudo isso, no artigo de hoje resolvi falar sobre alguns desafios que tenho enfrentado nos últimos tempos. Não como empreendedora, mas como mãe. E que acredito que você também tem enfrentado aí na sua casa.

 

Os desafios diários de ser mãe

Talvez para você, ser mãe era um grande sonho, assim como era para mim. Antes do Thomás nascer, eu sonhei com isso por muito tempo.

Afinal de contas, para nós, mulheres, ser mãe é um dos momentos mais bonitos da nossa vida. E ter a oportunidade, não apenas de gerar outra vida, mas também de cuidar, educar e estar sempre presente na vida dos nossos filhos é uma experiência única.

Que só entendemos de verdade depois que passamos por esse momento!

Mas é claro que como tudo na vida, ser mãe é um desafio diário! É só na prática que aprendemos a cuidar e a educar nossos pequenos. E isso, nem sempre é fácil!

Mas eu também acredito que, como mães, podemos aprender umas com as outras e nos ajudar, sempre!

Pois, assim, tudo fica mais fácil, não é mesmo?

Foi justamente por tudo isso que no artigo de hoje decidi dividir com você um pouco do que tenho passado na minha jornada como mãe.

Abaixo, vou falar um pouco dos desafios que enfrentamos como mães e depois vou te dar algumas dicas que andei aprendendo e que tenho certeza de que também vão te ajudar no dia a dia.

Por diversas razões, de vez em quando, nossos filhos podem começar a se comportar mal.

Não é pouco comum nos depararmos com alguns problemas, como as birras, além da dificuldade de impor limites e fazer nossos filhos obedecerem.

E o problema é que além de ter que lidar com tudo isso, muitas vezes, nós nos sentimos mal. Temos aquela sensação de que não estamos fazendo o suficiente, ou de que não estamos sendo boas mães. O que não é verdade! Mas, de qualquer forma, nos sentimos assim!

Como eu disse, esse comportamento dos filhos pode acontecer pelas mais diversas razões.

Isso pode acontecer, por exemplo, quando a criança é influenciada pelo comportamento de outros amiguinhos ou outras pessoas próximas. Devido a algumas mudanças, que a criança não entende bem e não sabe lidar.

Devido ao fato de não saber lidar com as próprias emoções. E até mesmo pelo próprio processo de crescimento e das diversas fases de desenvolvimento da criança.

Na verdade, podemos dizer que, em algum momento, boa parte das crianças vai passar por isso.

Por um período em que eles estão mais rebeldes, têm mais dificuldade em seguir as regras e entender porque elas são importantes etc.

E se você também está encontrando dificuldades em saber como lidar com tudo isso, não se preocupe! Pois como eu disse, você não está sozinha!

Abaixo vou explicar um pouco sobre cada fase do desenvolvimento das crianças e como elas tendem a se comportar nessas fases. E, depois vou te dar algumas dicas práticas de como lidar com tudo isso.

Depois de entender melhor todo esse processo, tenha certeza de que encontrar a maneira certa de lidar com tudo isso vai ficar muito mais fácil.

 

Algumas dificuldades de cada fase e dicas de como lidar com elas

A infância é o momento em que se formam o caráter e a personalidade dos nossos filhos. É nessa fase que eles vão começar a aprender o que é certo e o que é errado

E, portanto, é nessa fase que devemos começar a ensinar aos nossos filhos valores como, respeito ao próximo, honestidade, responsabilidade, solidariedade, justiça etc.

 

Do nascimento aos 6 meses

Muita gente, imagina que é só quando eles se tornam um pouco maiores e começam a entender o que estamos falando, que devemos começar a educá-los.

Mas isso não é verdade! Desde que eles são bebês podemos fazer isso!

Um exemplo de como podemos começar a educar as crianças desde pequenas é colocando-as para dormir no berço. Não cedendo e deixando que elas durmam na cama, como muitos pais fazem.

Nesse momento, em que a criança ainda não fala e não entende ordens, é justamente por meio da rotina que podemos começar a educá-las.

Por isso, ter uma rotina bem estabelecida, com hora certa para mamar e para tomar banho. E, na medida do possível, até mesmo para ir dormir, são as primeiras regras com que a criança terá contato.

Isso ajuda que ela entenda, desde pequena, as regras da casa e que você já comece a estabelecer limites para o comportamento dessa criança.

O que, sem dúvidas, vai te ajudar muito a impor limites nas próximas fases do desenvolvimento dos seus filhos.

 

A fase dos dois anos

Depois dos dois anos, as coisas começam a mudar bastante. A criança já é bem mais independente, já sabe andar e falar.

É muito comum ouvirmos falar na “terrível crise dos dois anos”. Também é comum chamar essa fase dos 18 meses até os três anos de idade de “adolescência do bebê”.

Pois nesse momento o comportamento da criança pode mudar drasticamente e até mesmo se tornar mais agressivo.

É nessa fase também que as crianças começam a desenvolver as suas preferências e vontades. Mas nesse momento, elas ainda não entendem bem o que é certo ou errado.

Elas não conseguem refletir sobre aquilo que querem ou que estão fazendo. E muito menos entender que tudo o que fazemos têm consequências.

E é justamente por isso que as birras começam a aparecer. Pois elas começam a se perceber mais como indivíduos, a perceber as próprias vontades, apesar de não saberem como lidar com isso.

Dependendo da maneira como você a trate. Ela já terá aprendido alguns truques, como por exemplo, chorar e fazer birra para conseguir aquilo que quer.

Por isso, nesse momento é muito importante estabelecer limites e incentivar o bom comportamento. Porque ao perceberem que a birra funciona, por exemplo, a tendência é de que elas usem cada vez mais essa estratégia.

E aí, a coisa pode ficar quase incontrolável. Como aqueles episódios de birra no shopping por querer um brinquedo novo, na escola por querer brincar na hora errada etc.

Por tudo isso, nesse momento é a hora de começar a estabelecer as regras de forma oral, já que a criança já entende um bom número de palavras.

Mas desde já isso deve ser feito da maneira correta. Se no meio desses acessos de birra, você se irritar e acabar gritando, ou brigando, isso só vai piorar a situação. Pois ela vai achar que esse tipo de comportamento é normal e vai passar a imitá-lo.

Portanto, nesses momentos, seja firme, mas mantenha a calma. Se precisar dizer não para alguma coisa, faça isso sempre olhando nos olhos e desde já explicando o porquê não.

Além disso, nessa fase você também pode começar a ensinar que as ações dela têm consequências.

Por isso, quando a criança fizer algo errado é muito importante que essa conversa aconteça no mesmo momento. Pois ao deixar para depois, ela provavelmente já terá se esquecido do que aconteceu e, portanto, a medida é pouco efetiva.

Além disso, é preciso também, como mãe, aprender a sustentar aquilo que se fala. Se você falou não para alguma coisa, precisa manter sua palavra. Do contrário, aos poucos a criança entenderá que consegue contornar a situação com alguma insistência.

 

Dos 3 aos 5 anos

Aqui a criança já está muito mais independente e a fala já possui um papel muito maior no desenvolvimento dela.

Por volta dos 4 anos começa a temida fase dos “porquês”. Se ela não pode fazer alguma coisa, ela vai querer saber por que não pode fazer aquilo e vai tentar argumentar com você sobre isso.

Nesse momento, as conversas e explicações mais elaboradas são essenciais. Pois é por meio delas que você vai ajudar a construir os valores morais do seu filho.

Portanto, em vez de dizer apenas não, é preciso explicar que ele não deve subir na mesa, porque ele pode cair e se machucar, por exemplo. Ou então, que ele não pode dizer certas coisas, para não magoar outras pessoas.

Ter paciência nesses momentos nem sempre é fácil. Mas tenha em mente que começando a educar seu filho dessa forma desde já, no futuro isso será muito mais fácil e você terá que enfrentar muito menos problemas com o comportamento dele.

 

Depois dos 6 anos

Aqui, a criança entra em idade escolar. E, por isso, terá contato com um número muito maior de pessoas.

A nossa autoridade, como mães, começa a ser divida com outras pessoas, como professores, diretores e outras figuras de autoridade na escola e em outros lugares que a criança frequente.

Portanto, é comum que ele comece a questionar você com mais frequência. Muitas vezes, a criança começa a perceber que as regras que ela segue na sua casa são diferentes das regras que outros amiguinhos têm com seus próprios pais.

Para construir um relacionamento saudável com seu filho, as conversas nessa fase também são muito importantes. E a argumentação tem um papel essencial no desenvolvimento da criança.

Essa argumentação e essa porta aberta para conversar sobre qualquer assunto, ajuda a formar a ideia de confiança. E quando o seu filho entende que você é a autoridade, mas que ele pode se abrir com você, sua vida fica muito mais fácil!

 

Adolescência

A adolescência é um dos períodos mais complicados do desenvolvimento dos nossos filhos.

Muitas vezes, eles passam a se espelhar muito mais nos amigos do que em nós, mães, e isso pode causar diversos conflitos.

A maneira como eles se enxergam também muda muito e eles passam a ter experiências novas que ainda não sabem lidar.

Aqui, precisamos ter a paciência de explicar dezenas de vezes os motivos pelos quais não permitimos que eles façam alguma coisa. O que também exige de nós muita paciência.

Além das conversas, os castigos também podem ser mais uma forma de colocar limites nos nossos filhos.

Pois eles ajudam os adolescentes a entenderem que eles precisam seguir as regras da casa, desempenhar algumas funções e nos obedecer.

Por isso, muitas vezes, tirar algumas regalias, como o uso do celular ou não permitir que ele faça alguma coisa importante para ele, é também uma forma de educar nossos filhos. Dizer “não”, muitas vezes, também é um ato de amor!

 

A importância do autoconhecimento

Acima, você descobriu alguns comportamentos comuns de cada fase dos nossos filhos e agora queria falar um pouquinho sobre nós.

Porque não é apenas o comportamento dos nossos filhos que está em jogo, mas o nosso também!

Além de educarmos nossos filhos, nós precisamos nos reeducar e aprender a ser mães. Porque isso é algo que ninguém pode nos ensinar.

E, por isso, acredito que é muito importante buscar sempre fazer uma autoanálise de nós mesmas e dos nossos comportamentos.

Porque muitas vezes, estamos repetindo comportamentos que aprendemos com os nossos pais e que também não nos faziam bem quando éramos crianças.

Por isso, pratique o exercício de refletir diariamente sobre o seu papel como mãe. E sobre como ser a melhor mãe possível.

Hoje, posso dizer que sou a melhor mãe que posso ser. E o trabalho em casa me permitiu isso!

Estou sempre por perto do Thomás, acompanhando o crescimento e desenvolvimento dele todos os dias. Auxiliando e dando o suporte necessário sempre que ele precisa e educando da melhor forma possível.

Tenho conseguido colocar limites e ensiná-lo a importância de seguir as regras e de ser uma boa pessoa. E, tenha certeza, de que estou aprendendo muito com ele também.

Como eu disse lá em cima, ser mãe é uma experiência única que nos muda para sempre!

Espero que você tenha gostado dessas dicas que preparei com tanto carinho para você. E se você gostou desse artigo, compartilhe-o nas redes sociais.Assim você ajuda outras mães que também estão precisando de uma ajudinha na hora de enfrentar os desafios diários e de se tornar a melhor mãe possível.

 

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